Administração Financeira - CUSTO DE CAPITAL - Lista de Exercícios Resolvidos - Blog do Estudante de Atuariais

quinta-feira, 21 de março de 2019

Administração Financeira - CUSTO DE CAPITAL - Lista de Exercícios Resolvidos


1.     O que é custo de capital? Que papel ele desempenha nas decisões de investimento de longo prazo?
R: Custo de Capital é uma taxa de retorno que uma empresa deve conseguir nos projetos em que investe para manter o valor de mercado de sua ação. Funciona com vínculo básico entre as decisões de investimento de longo prazo da empresa e a riqueza dos proprietários, determinada pelos investidores no mercado. É um “número mágico” usado para decidir se um investimento proposto permitirá aumentar ou reduzir o preço da ação.

2.     Porque supomos que o risco econômico e o risco financeiro não variam quando avaliamos o custo de capital? Discuta as implicações dessas hipóteses sobre a aceitação e o financiamento de novos projetos.
R: ?

3.     Por que o custo de capital é medido depois do imposto de renda? Por que é recomendado o uso de um custo médio ponderado de capital e não o custo da fonte específica de fundos?
R: Os custos relevantes são aqueles após o Imposto de Renda. É recomendado o uso do Custo Médio ponderado de capital porque o Custo de Capital é estimado em um momento específico, reflete o custo futuro médio de fundos no longo prazo. O custo de capital deve refletir a inter-relação das atividades de financiamento. O custo específico de cada fonte de financiamento é o custo de sua obtenção agora, após o imposto de renda, e não o custo histórico refletido no financiamento existente de acordo com a contabilidade da empresa.

4.     Acabam de lhe dizer: “Como iremos financiar este projeto com capital de terceiros, a taxa de retorno exigida deve ser superior ao custo de capital de terceiros”. Você concorda ou discorda? Explique.
R: A taxa de retorno exigida deve ser maior do que o custo de capital para indicar a viabilidade de um investimento. Porém uma outra opção seria o de trabalhar com o custo médio ponderado de capital, onde a estrutura poderia ser ponderada de uma forma a encontrar a proporção ideal na estrutura de capital entre as fontes (próprias ou de terceiros).

5.     O que são os recebimentos líquidos com a venda de uma obrigação? O que são os custos de lançamento e como afetam os recebimentos líquidos da venda de uma obrigação?
R: Os recebimentos líquidos com a venda de uma obrigação ou de qualquer título são os fundos efetivamente recebidos com ela. Os custos de lançamento – os custos totais de emissão e venda de um título – reduzem os recebimentos líquidos proporcionados pela venda.

6.     Que métodos podem ser usados para obter o custo de capital de terceiros antes do imposto de renda?
R: O custo de Capital de Terceiros antes do imposto de renda pode ser obtido de três maneiras diferentes: cotação de custo (quando os recebimentos líquidos com a venda de uma obrigação são iguais a seu valor de face, o custo antes do IR iguala-se à taxa de cupom); cálculo do custo (consiste em encontrar o custo de capital de terceiros antes do IR calculando a TIR (Taxa Interna de Retorno) dos fluxos de caixa da obrigação); aproximação do custo.

7.     Como se converte o custo de capital de terceiros antes do imposto de renda em custo depois do imposto de renda?
R: O custo de capital de terceiros depois do IR pode ser encontrado multiplicando-se o custo antes do IR por 1 menos a alíquota do IR.

8.     Como você calcularia o custo de ações preferenciais?
R: O custo de ações preferenciais é o quociente entre dividendos da ação e o recebimento líquido com a venda dela pela empresa. O recebimento Líquido corresponde ao montante a ser recebido menos quaisquer custos de lançamento. Como os dividendos de ações preferenciais são pagos com fluxos de caixa da empresa depois do imposto de renda, não é necessário fazer nenhum ajuste por causa do imposto.

9.     Qual é a premissa sobre o valor da ação subjacente ao modelo de avaliação com crescimento constante (modelo de Gordon) usado para medir o custo de capital próprio, k?
R: (não é a resposta – é apenas um resumo da parte do capítulo que trata sobre Custo de Capital Próprio).
R: O custo de capital próprio é o retorno exigido pelos investidores nas ações ordinárias. Existem duas formas de financiamento com ações ordinárias: 1) retenção de lucros e (2) Novas emissões de ações ordinárias.
Duas técnicas são usadas para medir o custo de capital próprio – uma delas apoia-se no modelo de avaliação com crescimento constante (modelo de Gordon) e outra, no modelo de formação de preços de ativos (CAPM).

10.  Por que o custo de financiar um projeto com lucros retidos é inferior ao custo de financiá-lo com uma emissão de novas ações ordinárias?
R: Normalmente, para que uma emissão de novas ações seja vendida, precisa haver underpricing – venda a um preço inferior a seu preço corrente de mercado. Visto que muitos investidores encaram a emissão de novas ações como um sinal de que a administração está recorrendo ao financiamento com ações ordinárias porque acredita que estão supervalorizadas. Além de tudo isso, os custos de lançamento pagos pela emissão e venda de novas ações reduzirão ainda mais os recebimentos líquidos para a empresa.  O custo de novas ações ordinárias normalmente é superior a qualquer outro financiamento de longo prazo. Obs.: O custo do capital associado às ações existentes é igual ao custo de lucros retidos.

11.  O que é custo médio ponderado de capital (CMPC)? Como é calculado?
R: O CMPC reflete o custo médio futuro de fundos esperado no longo prazo. É obtido multiplicando o custo de cada tipo específico de capital por sua proporção na estrutura de capital da empresa. Multiplica-se o custo específico de cada modalidade de financiamento por sua proporção na estrutura de capital da empresa e somam-se os valores ponderados.

12.  Escreva a lógica subjacente ao uso de pesos da estrutura ideal de capital  e compare esse enfoque ao uso de pesos históricos, qual é o esquema preferível de ponderação?
R: Não é resposta, é resumo da parte que trata do assunto:
R: Os pesos históricos podem ser baseados em valores contáveis ou em valores de mercado, mas refletem as proporções efetivas na atual estrutura de capital. Os pesos ideais, que também podem basear-se tanto em valores contábeis quanto em valores de mercado, refletem as proporções desejadas na estrutura de capital da empresa. Aquelas que usam pesos ideais fixam essas proporções a partir da estrutura ‘ótima’ de capital que desejam alcançar.
Quando consideramos a natureza aproximada do cálculo do custo médio ponderado de capital, a escolha de pesos pode não ser uma questão tão crítica assim. Entretanto, de um ponto de vista estritamente teórico, o esquema preferido de ponderação corresponde ao conjunto de proporções ideais baseadas em valores de mercado.


13.  O que é custo marginal ponderado de capital (CMgPC)? O que representa a escala de CMgPC? Por que essa escala é crescente?
R: O custo médio ponderado de capital pode variar com o tempo, dependendo do volume de financiamento que empresa espera obter. A medida que esse volume cresce, os custos dos vários tipos de financiamento elevam-se aumentando o custo médio ponderado de capital. Por esta razão, é útil calcular o custo marginal ponderado de capital, simplesmente o custo médio ponderado de capital da empresa (CPMC) associado ao dólar seguinte de financiamento novo.

14.  O que é escala de oportunidades de investimento (EOI)? Costuma ser representada como uma função crescente ou decrescente? Por quê?
R:

15.  Como a escala de CMgPC e a EOI podem ser usadas para determinar o nível de financiamento e investimento que maximiza a riqueza do proprietário? Por que muitas empresas escolhem níveis de financiamento e investimento abaixo desse ótimo?
R:

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